quarta-feira, 23 de abril de 2008

terça-feira, 22 de abril de 2008

INVENÇÕES QUE DÃO NOJO!

Alguém já teve nojo ou raiva de alguma coisa e pensou logo: quem inventou isso é um baita filho da...

Uma destas invenções está aqui ao lado... A gravata pode até deixar alguém mais bem-apessoado (segundo o público feminino), mas para quem usa, impossível elogiar.
O aperto na garganta, o calor e principalmente as horas gastas para deixá-la alinhada e com um nó certinho. Isso tudo pra ver bater um vento e cabar com nosso árduo trabalho.

Ainda dentro do tema temos outra invenção que, como se diz aqui no sul, "não dá pra querer". O envólucro plástico dos CD's.
Cara... quem consegue abrir aquele tróço sem se estressar? Aquilo é a desgraça das invenções. Se o [in]feliz comprador do caríssimo CD original tiver cortado as unhas recentemente, irá escutar o CD pela primeira vez depois de uma semana da data da compra. Sem contar que nem conseguimos amassar aquela porcaria depois de tirá-la (se conseguirmos). Você amassa e amassa até ficar bem pequena e quando vc larga ela se espande e volta a ocupar uma baita espaço e sai voando com qualquer brisa ficando pelo chão da sala, já que estamos de saco tão cheio daquela coisa que nem sequer nos abaixamos para pegá-la.

Ainda teremos outras invenções postadas aqui. Invenções que avaliam nossa paciência. Invenções que dão nojo.

Para equilibrar este sentimento temos a maior invenção da humanidade. O SUPLEX! VIVA O SUPLEX!

XII MJC - Momento jovem Católico

Galera... passamos um findi super especial com a presença de Deus...

Creio que todos tenham gostado.

Mas pra saber como foi mesmo, soh fazendo galera!!!

Aquele abraço a todos!

terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

"Lembranças de Minha Infância"

Fui menino tímido, nascido no interior. Morava no sítio com meus avós e commeus pais. Todo mundo em uma mesma casa. Desde 14/07/1978, que estou nesse presente neste mundo, minha infância foi tranqüila. Passava o tempo me divertindo, tomando banho de açude, jogando bila, bola, pedra, enfim fazendo o que uma criança que morava no sítio fazia nos idos anos da década de 80.

Naquela época, TV era luxo. Poxa, ainda lembro do monte de gente que vinha lá pra casa assistir televisão. A Copa de 82, 86, não esqueci.

Entretanto, lá pelo fim dessa doce infância, aconteceu um fato que marcaria a fase mais difícil de minha vida. Sim, isto mesmo, a minha adolescência!

Veio o dia em que subitamente tive que encarar a separação de meus pais. Isso para a minha mente infantil foi difícil, uma tremenda batalha. Era difícil encontrar respostas para tantas indagações. Aquilo trouxe-me uma revolta. Queria vingança!

Passei a morar com a minha avó, quer dizer, sem a presença de meus pais. Meu pai foi embora para Salvador-BA, minha mãe foi morar na cidade (Janduís). Vinha me visitar nos finais de semana. Embora inserido nesse contexto tumultuado, era um garoto aplicado na escola. Muito cedo aprendi a ler. Desvendar o maravilhoso mundo que há nos livros. Comecei por causa de minha mãe que lia as revistinhas em quadrinhos para eu dormir e isso sob a luz de lamparina.

Quando estava com 14 anos, já vivenciava as primeiras paixões próprias da fase, as festas, os amigos, a turma que me identificava. Depois veio a descoberta das drogas; primeiro as bebidas tidas como “licitas”, o cigarro, tudo veio de maneira sorrateira, sem pretensão, contudo, mais tarde se tornaria um hábito, bem como veio a ser tornar um vicio as drogas.

Minha vida foi afundando pouco a pouco, é uma transformação lenta, as coisas não acontecem de forma brusca, quando você percebe já existe uma dependência, essa dependência te faz desejar a qualquer custo ter a droga! Repito: a qualquer custo! Você perde a razão. Lembro-me que muitas vezes prometi para mim mesmo que não mais me drogaria! Contudo a promessa não resistia ao primeiro convite para mais um trago, mais uma noitada de álcool e drogas.

Nós éramos um grupo que se destacava. Em nossa comunidade as pessoas já nos identificavam como “ maconheiros”, talvez a segunda pior coisa de quem está nas drogas seja a discriminação das pessoas. Talvez, elas não encontrem outra maneira de se defenderem ou quem sabe, não imaginam que poderiam ajudar agindo de outra forma.

Cheguei ao extremo do submundo das drogas! Andei bem próximo de uma overdose, porém, acredito que Deus tinha (e tem) um plano em minha vida e depois que Ele me alcançou com o seu amor eu pude entender.

Hoje, uma década após tudo aquilo, agradeço por ter tido um encontro pessoal com Cristo. Ele mudou meu viver! Sou feliz e vivo uma nova vida nele. Cristo se tornou a razão de minha existência!

Se fosse detalhar os fatos, a forma como tudo aconteceu, pode ter certeza que um livro seria pouco, mas resumindo muito, ai está uma pequena partícula do que seria um relato de minha vida.

FONTE: http://drogasnuncamais.com.br

quarta-feira, 10 de outubro de 2007

ESSA VAI PRA GRANDES AMIGOS(AS)!!!